segunda-feira, 16 de maio de 2022

134 anos da abolição da escravatura e o que mudou?

 

Há exatamente 134 anos, o Brasil aboliu a escravatura, um feito muito importante para as pessoas de pele negra, entretanto diversas resistências/lutas aconteciam diariamente e pressões de potências comerciais para que o Brasil viesse a assinar a Lei Áurea (“O ato marcou o fim da escravidão, de forma legal, no Brasil”). 

Todavia, são 134 anos desde a libertação de todos/todas os seres humanos de peles negras no Brasil e, mesmo com mais de um século após a assinatura da Lei Áurea, ainda nos deparamos com atos racistas desumanos acontecendo com esses seres humanos nos dias atuais.

Sabemos que o papel da escola é a socialização do conhecimento para os alunos/alunas, porém a socialização com a comunidade é muito importante na propagação de feitos contra o racismo. 

É com esse sentimento de aniquilar o racismo de nosso convívio que os alunos/alunas da Escola Erem Emiliano Pereira Borges da cidade de Ferreiros/PE, orientado pelo professor de História, Adilson Mariano da Silva, realizou uma performance na praça municipal da cidade, oportunizando reflexões aos cidadãos que passavam pela localidade. Durante a realização foram expostos cartazes, declamações de poema e de cordel, além de danças relacionados com a temática.  

Disponibilizamos para todos/todas fotos e vídeos da performance.































segunda-feira, 2 de maio de 2022

Escola Erem Emiliano Pereira Borges da cidade de Ferreiros/Pernambuco tem participantes pela primeira vez na Olimpíada Nacional em História do Brasil


Inúmeros pesquisadores estudam/pesquisam as modificações/evoluções humanas e, através desse conjunto, congratulamos com diversas informações, proporcionando oportunidades à reflexão/análise de determinados momentos/época.

Entretanto, ainda precisamos avolumar pesquisadores nessa área de conhecimento científico. É pensando nesse crescimento que a Escola Erem Emiliano Pereira Borges da cidade de Ferreiros/PE inscreve pela primeira vez alunos/alunas na 14° Olimpíada Nacional em História do Brasil, estimulando-se na área da pesquisa humana. Os inscritos estão sendo orientados pelo professor de História Adilson Mariano da Silva. 

É com imensa satisfação que o professor orientador Adilson Mariano da Silva elucida as equipes inscritas na 14° Olimpíada Nacional em História do Brasil. Os grupos de alunos são os seguintes: Equipe Os barões de Ferreiros, representada pelos estudantes Carlos Henrique, Mylena Maria e Guilherme Souza; Equipe Os Valentes, representada pelos estudantes Ernandes Silva, Artur Severino e Caio Franklin; Equipe Os Lutadores, representada pelos estudantes Amanda Vitória, Gleibson Gabriel e John Lennon; Equipe Pequetitas, representada pelas estudantes Vitaliany Pontes, Elisângela Souza e Asmin Gomes; Equipe Império Ferreiros, representada pelos estudantes Adeilson Silva, Jackson Silva e Edson Silva; Equipe Movidos Pela Meta, representada pelos estudantes Willison Gabriel, Edivaldo Domingos e Gilmar Gomes; Equipe Pesquisadores da História, representada pelos estudantes Matheus Silva, Robson Kayky e Yury Kayk; EquipeTerra da Rabeca, representada pelos estudantes Breno Faustino, Eduarda Antero e Emily Vitória.

A participação dos estudantes na 14° Olimpíada Nacional em História do Brasil proporcionará momentos de pesquisas/reflexão acerca de acontecimentos da historiografia brasileira. 

Desde já parabenizamos a todos/todas participantes pela bravura/determinação.



Equipe Os Lutadores, representada pelos estudantes Amanda Vitória, Gleibson Gabriel e John Lennon

 Equipe Pesquisadores da História, representada pelos estudantes Matheus Silva, Robson Kayky e Yury Kayk


Equipe Pequetitas, representada pelas estudantes Vitaliany Pontes, Elisângela Souza e Asmin Gomes

Equipe Os Valentes, representada pelos estudantes Ernandes Silva, Artur Severino e Caio Franklin

Equipe Os barões de Ferreiros, representada pelos estudantes Carlos Henrique, Mylena Maria e Guilherme Souza

Equipe Movidos Pela Meta, representada pelos estudantes Willison Gabriel, Edivaldo Domingos e Gilmar Gomes

EquipeTerra da Rabeca, representada pelos estudantes Breno Faustino, Eduarda Antero e Emily Vitória

 
Equipe Império Ferreiros, representada pelos estudantes Adeilson Silva, Jackson Silva e Edson Silva

sábado, 20 de novembro de 2021

“Minha cor lhe incomoda”

 


A luta pela libertação dos seres humanos de pele negra (escravos) durou décadas em território brasileiro. O processo histórico expõe/aponta as resistências encabeçadas pelos cativos através de suas fugas e rebeliões contra seus senhores/feitores. Os seres humanos advindos para o território brasileiro traziam com eles/elas seus costumes sociais e culturais, que foram inseridos aos poucos nos seus locais de inserção.

A historiografia nos proporciona novas leituras acima da organização dos cativos para com a conquista da liberdade retirada dos afrodescendentes. A resistência dos afro-brasileiros é nítida e aguerrida, diversas formações de rebeliões e quilombos são encontradas nessas leituras. Destacando-se o quilombo de Palmares, localizado na Serra da Barriga, na cidade de União dos Palmares do estado de Alagoas, historicamente, conhecido como o maior quilombo das Américas, é de grande importância para conhecermos a historicidade de luta dos afro-descentes. Nesse quilombo, também se fez parte um dos aguerridos homens que lutou pelo fim do sistema escravocrata em território brasileiro. Esse homem, conhecido como Zumbi dos Palmares, morreu em 20 de novembro do ano de 1965. A data de sua morte é atribuída ao dia da consciência negra.  

Múltiplos anos passaram após a libertação dos seres humanos de pele negra (escravos), mesmo assim, ainda acontecem práticas que não poderiam acontecer em pleno século XXI (vinte e um). 

O papel da Escola é o da formação de pessoas conscientes/coerentes para a socialização entre todos e todas. Sabendo-se do papel que cabe ao universo educacional, a Escola Erem Emiliano Pereira Borges da cidade de Ferreiros-PE, através do professor Adilson Mariano da Silva, promoveu/executou com os alunos/alunas e professores/professoras o projeto “Minha cor lhe incomoda” para juntos de forma interdisciplinar realizar debates e pesquisas acerca da temática. 

Após as execuções das pesquisas e debates, foram promovidos ensaios fotográficos para evidenciar a beleza natural dos seres humanos de pele negra dentro da unidade de ensino. Essas fotos estão disponíveis em exposição para todos e todas.  

Na ocasião, agrademos ao fotográfico Rafinha Soares, a cabeleireira/especialista em cachos Evelin Karolaine e a Pedóloga/manicure Meiriele Pontes pela parceria com a Unidade de Ensino, abraçando a ideia e executando-a juntos.

A educação é a maior arma para combater o racismo.




















Pesquisa "Lócus" Serra da Barriga: Parque Memorial Quilombo dos Palmares

Reproduzir narrativas na sala de aula é comum na contemporaneidade, os textos narrativos nos dão vertentes para um debate dentro...